2003 - Há penas no suvaco

Abriram as Portas do Galinheiro

(autores: Luiz Fernando Cordeiro, Marcelo Macedo, Janjão Galinhão, Alex Galinhex, Samir Abugranja e Galote)

É carnaval,
O nosso samba contagia fevereiro
Uma epidemia de alegria
Se espalhando pelo mundo inteiro
Se a vaca é louca e as galinhas tão gripadas
Canto de galo aqui no meu terreiro
Cócórócócó, apenas no suvaco                         }  bis
Abriram as portas do galinheiro                      }


Onde é que eu tô ? Não sei...
Pra onde vou ? Sei lá...
Nesse jardim quero ciscar
Onde é que eu tô ? Não sei...
Pra onde vou ? Sei lá...
Molhando o bico eu vou até o sol raiar

Depois,
Do buraco do saddam
Esse ano o meu bloco já tem outro enredo
Não quero mais saber do tio sam
Aqui não vai botar o dedo
Na batucada,
18 anos pelas ruas da cidade
Bebendo que nem gente grande
O meu suvaco alcançou maioridade

Bundalelê (ê, ê), eco no ar (á, á)                         
Eu já vendi a minha goma de mascar                  
Saúde não se vende, loucura não se prende      
As latas são presentes de yemanjá                    

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